Caríssimos colegas de curso,
o Púbico voltou.*Pequena pausa para aplausos e lágrimas*
Como muitos de nós somos professores, profissão de alto risco, decidiu-se por unanimidade (eu decidi) que o nosso jornal não mais será redigido durante as aulas. Agora em formato digital, o Púbico fez um intesivo estudo de mercado e a classe demográfica que constituirá o nosso público preferencial será a dos 30-40 anos, com alguma barriga e falta de cabelos (homens) e pinturas, permanentes e muita base (mulheres) com tendência para apêndices pequenitos pendurados ao pescoço. Essa classe demográfica denomina-se, em jargão técnico, Biolulas!
Sejam todos bem vindos, mas venham devagarinho que a idade já não permite grandes acelerações.
PS
Para aqueles com dificuldades visuais, usem óculos de ver ao perto ou aumentem o tamaho dos caracteres.

1 comentário:
Caríssimos, na qualidade de primeiro editor d'O Púbico, é com muita alegria, nostalgia, e, até porque não dizê-lo, convulsão neuro-hormonal, que assisto, ainda em vida e no gozo pleno das minhas capacidades, e este momento único e marcante nas nossas vidas. Há 17 anos (e Kg) atrás, assistíamos ao nascimento de um jornal que marcou para sempre o panorama editorial do país, e, porque não dizê-lo, do Porto, em termos de imprensa de escÂndalos. Muitos foram pubicados, frequentemente debaixo de ameaças vis - fundamentalmente da parte dos moradores de Gaia, gente dada a uma vida mundana e viciosa... Nunca tememos! E nunca o faremos! O Púbico voltou, viva O Púbico!
Anónimo Cruz, 1º editor d'O Púbico
Enviar um comentário